Para
mim, uma das invenções mais geniais da humanidade foi a escrita.
Registrar
o que se pensa, o que se descobre, o que se quer dizer, o que se sente e o que
se fez ou o que se quer fazer.
Essa
foi a invenção que escolhi para apresentar aos meus colegas.
Essa
foi apenas uma das grandes invenções apresentadas pela turma, como a roda, a
corda, o vidro, o papiro, o barco, e outras impressionantes criações.
Depois
que a última apresentação foi feita, a professora perguntou:
– O que leva o homem a
inventar?
A partir daí, falamos sobre
invenção, inventor, inovação e patente.
E foi assim que nasceu a
nossa feira das invenções.
Tínhamos o desafio de
apresentar uma ideia nova, em qualquer área do conhecimento, para expor em uma
feira que seria visitada pelas outras turmas.
O dia da feira seria 9 de
novembro – no dia do inventor.
Se eu tivesse a capacidade
de inventar qualquer coisa, o que eu inventaria?
Essa pergunta me acompanhou
por muitos dias, até que a resposta veio!
A Sala Antimatéria.
Um espaço livre de qualquer
tecnologia, simples, sem grandes confortos; um lugar em que as pessoas pudessem
se relacionar através dos sentimentos, das ideias e da arte; um local em que a
pessoa fosse o mais importante, em que a relação humana estivesse em primeiro
lugar e o encontro entre os seres, o belo e o bom fosse a grande experiência.
Antes de levar a ideia para
a professora, montamos um protótipo na nossa casa. O resultado foi demais!
Ainda vou contar essa história...
No colégio...
A Sala Antimatéria ainda
está lá até hoje, e a feira das invenções continua sendo um sucesso.

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