Hoje o poeta cala
E no silêncio
transborda
No pranto da mais
pura fala
No sono de quem não
acorda
Hoje o poeta cala
Porque calado sua voz
Expressa a dor que
abala
Sentida por todos nós
Hoje o poeta cala
Pra que se possa
ouvir
Aquilo que vem de
dentro
E que nos faz
refletir
Quero ser aquele que
fere,
Ou aquele que vai se
ferir?
Hoje o poeta cala
Pra que eu possa
escolher
Entre a espada e a
cruz
Entre a sombra e a
luz
Qual dos dois é viver

Nenhum comentário:
Postar um comentário