Mas
também a morte
De
poucos que tem saída
De
muitos a quem o corte
É
feito com precisão
Pela
pele
Pelo bolso
Pela
ideia
Por
religião
Já não
há como não ver
O que
é bom
O que
é mau
O que
é pra poucos
E o
que é geral
Já não
há como negar
Que a
falta de empatia
Transforma
o belo em agonia
Coloca
em xeque a humanidade
Que
precisa escolher
Se vive a dor da maldade
Ou se pelo amor quer viver
Se vive a dor da maldade
Ou se pelo amor quer viver

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